Projeto Monera - GNU

Perfil
Arquivos

Links
GNU/Linux
GNU.org
Linux.org
Kernel.org
Free Software Foundation
Software Livre - Governo Federal

Distribui��es
Debian Linux
Kurumin
Conectiva Linux
Slackware Linux
Red Hat Linux
Red Hat Fedora
Mandrake Linux
Suse Linux

Projetos
Linux in Brasil
GNUrias
Projeto MONO Brasil
Projeto MONO
Debian Brasil
Linux Chix-BR

Listas de Discuss�o
Dicas-l / Unicamp
F�rum Br-linux.org
Kurumin F�rum
Spektrum Beta

Diversos
Info Exame
Ximian
KDE - Desktop
Gnome - Desktop
Digital Dinamics�
Revista do Linux
Visitas
.

20/04/2004 08:58
Quase um terço dos internautas respondem spam

Uma pesquisa divulgada ontem revelou que 31 por cento dos internautas do país respondem spams, contribuindo para piorar o problema da torrente de mensagens comerciais indesejadas que já superou o número de emails legítimos, segundo dados de algumas empresas de segurança de computadores.

"Essa atitude só piora o problema, porque o usuário acaba confirmando para o 'spammer' que o seu endereço é válido", explicou o analista sênior de suporte técnico da Symantec do Brasil, Lúcio Costa, em comunicado divulgado com o estudo realizado pela empresa.

Apesar de quase um terço dos internautas no Brasil responderem spams, 100 por cento dos usuários pesquisados consideram a prática como invasão de privacidade. A Symantec ouviu 900 pessoas, em lojas de software das principais cidades do país, e descobriu que 42 por cento dos internautas percebem um aumento no volume de spam que recebem.

Entretanto, muitas das pessoas, 69 por cento, contam apenas com recursos de seus provedores de acesso para bloquear as mensagens indesejadas, que muitas vezes trazem softwares malignos que "sequestram" o computador do usuário para uso em ataques ou instalam programas espiões que capturam informações digitadas pelas vítimas.

O número de spams recebidos por 26 por cento das pessoas ouvidas varia entre 51 a 100 mensagens diárias, enquanto 22 por cento disseram receber de 10 a 50 spams por dia. Apenas oito por cento usam filtros junto com as ferramentas oferecidas pelo provedor de acesso e seis por cento têm em casa um produto destinado a separar mensagens indesejadas das demais, segundo a pesquisa.

Além disso, dos entrevistados com filhos, 31 por cento estão muito preocupados com a vulnerabilidade de crianças e adolescentes às mensagens eletrônicas inadequadas, que muitas vezes trazem conteúdos pornográficos.

Post: Rafael Lazarini
Fonte: Terra Informática


enviada por Projeto Monera






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)